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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Dia Nacional de Combate ao Fumo.

Malefícios do cigarro

Para o

fumantehá dúvidas. O fumante é o maior prejudicado por seu hábito. Em média, ele vive dez anos a menos que um não-fumante. As substâncias introduzidas no organismo pelo cigarro causam danos imediatos e acumulados, prejudicando a saúde global do indivíduo e elevando os riscos de desenvolvimento de diversas doenças. Quanto mais cedo se dá o início do uso de drogas, maior a chance de o indivíduo tornar-se um usuário regular e apresentar problemas decorrentes desse uso, na infância e adolescência, com o cérebro ainda imaturo, maior é a probabilidade de ocorrerem atrasos no desenvolvimento e prejuízos cognitivos, com suas respectivas repercussões. A lista de males é extensa e assusta. Mas cada item é também um bom motivo para a decisão de largar o cigarro. Quanto mais cedo o tabagismo for abandonado, maior o ganho de saúde

Fumar provoca:

  • Vaso constrição e redução do fluxo de sangue nos tecidos.
  • Lesão da camada celular interna dos vasos (endotélio).
  • Redução do colesterol bom (HDL).
  • Redução da liberação de oxigênio para os tecidos.
  • Aumento da acidez do estômago.
  • Irritação e inflamação de olhos, garganta e vias aéreas.
  • Aumento da produção de radicais livres que lesam as células.
  • Aceleração da arteriosclerose.

Fumar aumenta:

  • a pressão arterial;
  • a frequência cardíaca;
  • o risco de doenças das coronárias, como angina do peito e infarto do miocárdio;
  • em três vezes o risco de morte por infarto em homens com menos de 55 anos;
  • em dez vezes o risco de tromboembolia venosa e infarto em mulheres que tomam anticoncepcionais;
  • o risco de má circulação nas pernas;
  • o risco de impotência sexual.

    Doenças cerebrovasculares

    Fumar triplica o risco de derrame cerebral (acidente vascular cerebral), sendo responsável por 25% das ocorrências da doença.Câncer cigarro contém mais de 40 substâncias cancerígenas que aumentam o risco de câncer:
  • de boca, faringe, laringe e traqueia;
  • de pulmões – risco dez a vinte vezes maior do que o do não fumante;
  • de esôfago, estômago, rins, bexiga e colo de útero, entre outros.

Doenças respiratórias

  • As substâncias presentes na fumaça do cigarro agridem os cílios das vias aéreas, dificultando a eliminação de muco e catarro, essencial para o bom funcionamento dessas vias. Além disso, com a idade, o fumo contribui para a queda da capacidade respiratória e para o aparecimento de outros problemas, como:
  • tosse, chiado e falta de ar;
  • bronquite crônica e enfisema (DPOC) – o fumo é responsável por 90% dos casos e aumenta o risco de incidência em dez vezes;
  • distúrbios da voz e rouquidão;
  • infecções das vias respiratórias e crise de asma.

Pele

Fumar aumenta o risco de rugas prematuras e de celulite e interfere na cicatrização de feridas cirúrgicas.

E fumar ainda...

  • Prejudica o tratamento de doenças, como gastrite, úlcera péptica, esofagite de refluxo, angina, insuficiência cardíaca, bronquite, enfisema e asma.
  • Aumenta complicações pós–operatórias, especialmente em idosos, obesos e pacientes em tratamento de doenças cardíacas ou respiratórias.
  • Inflama gengivas, escurece os dentes e causa mau hálito.
  • Aumenta o risco de catarata.

Para as mulheres, fumar:

  • Aumenta o risco de osteoporose, especialmente após a menopausa.
  • Aumenta o risco de infertilidade.
  • Aumenta em 39% as chances de desenvolver doenças coronarianas e 22% o risco de acidentes vasculares cerebrais quando associado ao uso de contraceptivos orais. 

Para as gestantes, fumar:

  • Aumenta em cerca de duas vezes a chance de abortar, de ter filho prematuro ou com baixo peso.
  • Perder o bebê no período neonatal.  fonte[http://portal.unimedbh.com.br]imagem[correiodocidadao.com.br]

quarta-feira, 25 de maio de 2016

A chuva e as enchentes podem transmitir doenças como micose, hepatite e leptospirose, e por isso, deve-se evitar entrar em contato com a água, especialmente durante períodos de enchente.
No entanto, se for muito necessário entrar em contato com esse tipo de água, para limpar a casa ou recuperar objetos, é necessário calçar botas de plástico impermeáveis ou, em alternativa, cobrir mãos e pés com 2 ou 3 sacas plásticas, uma por cima da outra e prendê-las no punho e no calcanhar com um durex forte.
Algumas das doenças transmitidas pelo contato com a água das enchentes são:
  1. Leptospirose: Devido a uma bactéria presente na urina e nas fezes de animais como ratos, porcos, cabras, ovelhas, cães, bois e vacas;
  2. Pneumonia: Devido a entrada de fungos no sistema respiratório gerando sintomas parecidos com os da gripe;
  3. Malária: Transmitida pela picada do mosquito da malária, que leva a um comprometimento do fígado e do sangue;
  4. Micose: Doença de pele causada por um fungo, que penetra na pele, gerando sintomas como coceira, vermelhidão e pequenas feridas;
  5. Toxoplasmose: Devido ao consumo de alimentos contaminados com o vírus da toxoplasmose, presente nas fezes de cães e gatos;
  6. Febre tifóide: Devido ao consumo de alimentos contaminados com uma bactéria chamada Salmonela, gerando sintomas como febre, enjoo e dor de barriga;
  7. Hepatite: Devido ao consumo de água ou de alimentos contaminados com o vírus da hepatite, gerando cor amarelada na pele e nos olhos, devido ao comprometimento do fígado.A chuva e as enchentes podem ainda levar à proliferação do mosquito da dengue e para se proteger deve-se usar um repelente diariamente e nunca deixar água parada, para evitar a proliferação do mosquito.  imagem da  internet, fonte[tuasaude.com]

sábado, 4 de julho de 2015

Doenças Respiratórias: o mal do inverno


. Entre junho e setembro, os problemas respiratórios proliferam. Segundo Francini Pádua, diretora da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia, 30% das pessoas sofrem de rinite alérgica nesse período, no qual sinusite, laringite e faringite também dão as caras.Cravar um único responsável por esse roteiro de sintomas incômodos nem sempre é fácil. O calor humano (leia-se: a aglomeração de pessoas em ambientes fechados), em vez de esquentar, transmite doenças. O ar mais seco cria condições favoráveis para a entrada de vírus e bactérias nas vias aéreas. "A mucosa do sistema respiratório possui cílios que removem, juntamente com o muco, as partículas indesejáveis que inalamos. Eles funcionam como filtros", explica a otorrinolaringologista Renata Lopes, do Hospital das Clínicas.De um modo geral, a prevenção dessas doenças requer cuidados simples e diários: higienizar o nariz com soro fisiológico três vezes ao dia, estar sempre bem agasalhada, trocar cobertores por edredons, espalhar vasilhas com água pelos ambientes (para umedecê-los), lavar roupas guardadas antes de vestir, manter uma alimentação balanceada e beber muita água. Veja quais as principais doenças do inverno:Rinite

Grande vilã da respiração, essa inflamação abre portas para que os demais problemas respiratórios se manifestem. A rinite se caracteriza por um processo inflamatório da mucosa do nariz desencadeado por alergia a cheiros fortes, ácaros, poeira, poluição, pelos, mofo, pólen, mudanças de temperatura e umidade.

A evolução do problema força sua vítima a respirar pela boca, o que favorece a entrada dos vírus e das bactérias que causam laringite e faringite. Como, à primeira vista, a rinite parece um resfriado comum (a diferença é que a secreção causada por ela é amarela, em vez de branca), os doentes não buscam tratamento adequado e aí a secreção vai se acumulando. E secreção acumulada = proliferação das bactérias responsáveis pela sinusite.Sinusite

Inflamação dos seios da face que geralmente aparece depois de um resfriado ou de uma rinite. A secreção causada por um desses problemas fica no nariz, o que possibilita a proliferação de bactérias que levam à inflamação. Daí vêm a sensação de cabeça pesada, as dores no rosto, o nariz entupido...

O tratamento combina lavagem nasal com soro fisiológico (que elimina o excesso de secreção) e antibióticos (que combatem as bactérias). Sinusites na forma aguda persistem por até três meses. As crônicas podem durar ainda mais.Faringite

Inflamação da parte de trás da garganta que causa dor ao engolir e falar, produz secreção amarelada e dá febre baixa. Além de analgésicos, gargarejos com antissépticos bucais ou com uma mistura de água morna e sal ajudam a combater o problema.

O calor age como anti-inflamatório, diminuindo a dor na região (chazinhos e leite quente são bons aliados nessa luta).

Laringite

Inflamação da mucosa que recobre a laringe, na qual ficam as cordas vocais. Rouquidão, dor e tosse seca são os sinais de que o local foi infectado.

A solução é simples: evitar falar e beber muita água. Geralmente o próprio organismo, por meio dos anticorpos, consegue combater os vírus. Se os sintomas persistirem por mais de cinco dias, pode ser preciso usar medicamentos. fonte[http://mdemulher.abril.com.br]imagem[slideplayer.com.br]



sábado, 11 de outubro de 2014

TUDO SOBRE O EBOLA

 
Se contraído, o Ebola é uma das doenças mais mortais que existem. É um vírus altamente infeccioso que pode matar mais de 90% das pessoas que o contraem, causando pânico nas populações infectadas. O Ebola pode ser contraído tanto de humanos como de animais. O vírus é transmitido por meio do contato com sangue, secreções ou outros fluídos corporais.

A primeira vez que o vírus Ebola surgiu foi em 1976, em surtos simultâneos em Nzara, no Sudão, e em Yambuku, na República Democrática do Congo, em uma região situada próximo do Rio Ebola, que dá nome à doença.
Morcegos frutívoros são considerados os hospedeiros naturais do vírus Ebola. A taxa de fatalidade do vírus varia entre 25 e 90%, dependendo da cepa.

Primeiramente, o vírus Ebola foi associado a um surto de 318 casos de uma doença hemorrágica no Zaire (hoje República Democrática do Congo), em 1976. Dos 318 casos, 280 pessoas morreram rapidamente. No mesmo ano, 284 pessoas no Sudão também foram infectadas com o vírus e 156 morreram.

Há cinco espécies do vírus Ebola: Bundibugyo, Costa do Marfim, Reston, Sudão e Zaire, nomes dados a partir dos locais de seus locais de origem. Quatro dessas cinco cepas causaram a doença em humanos. Mesmo que o vírus Reston possa infectar humanos, nenhuma enfermidade ou morte foi relatada.

Enterros onde as pessoas têm contato direto com o falecido também podem transmitir o vírus, enquanto a transmissão por meio de sêmen infectado pode ocorrer até sete semanas após a recuperação clínica.
Ainda não há tratamento ou vacina para o Ebola.

Sintomas
No início, os sintomas não são específicos, o que dificulta o diagnóstico.
A doença é frequentemente caracterizada pelo início repentino de febre, fraqueza, dor muscular, dores de cabeça e inflamação na garganta. Isso é seguido por vômitos, diarreia, coceiras, deficiência nas funções hepáticas e renais e, em alguns casos, sangramento interno e externo.

Os sintomas podem aparecer de dois a 21 dias após a exposição ao vírus. Alguns pacientes podem ainda apresentar erupções cutâneas, olhos avermelhados, soluços, dores no peito e dificuldade para respirar e engolir.

Diagnóstico
Diagnosticar o Ebola é difícil porque os primeiros sintomas, como olhos avermelhados e erupções cutâneas, são comuns.

Infecções por Ebola só podem ser diagnosticadas definitivamente em laboratório, após a realização de cinco diferentes testes.

Esses testes são de grande risco biológico e devem ser conduzidos sob condições de máxima contenção. O número de transmissões de humano para humano ocorreu devido à falta de vestimentas de proteção.


Tratamento
Ainda não há tratamento ou vacina específicos para o Ebola.

O tratamento padrão para a doença limita-se à terapia de apoio, que consiste em hidratar o paciente, manter seus níveis de oxigênio e pressão sanguínea e tratar quaisquer infecções. Apesar das dificuldades para diagnosticar o Ebola nos estágios iniciais da doença, aqueles que apresentam os sintomas devem ser isolados e os profissionais de saúde pública notificados. A terapia de apoio pode continuar, desde que sejam utilizadas as vestimentas de proteção apropriadas até que amostras do paciente sejam testadas para confirmar a infecção.
MSF conteve um surto de Ebola em Uganda em 2012, instalando uma área de controle entorno do centro de tratamento.

O fim de um surto de Ebola apenas é declarado oficialmente após o término de 42 dias sem nenhum novo caso confirmado.

Fonte: BBC

domingo, 17 de agosto de 2014

Que doença mata mais: aids ou câncer?






O câncer mata mais. Anualmente, cerca de 7,6 milhões de pessoas com câncer morrem no mundo, contra 2,8 milhões de vítimas da aids, segundo a Organização Mundial da Saúde. Mas há mais gente viva com aids, do que com câncer. Cerca de 40 milhões de pessoas diagnosticadas como soropositivas (portadoras do vírus HIV) vivem ao redor do planeta - 25 milhões só na África -, enquanto 24,6 milhões de pessoas lutam contra algum tipo de câncer. Quer dizer, esse é o número de pessoas diagnosticadas, porque um dos problemas do câncer é justamente a demora no diagnóstico. "A alta mortalidade do câncer tem três razões principais: a doença manifesta-se de várias maneiras, pode atingir qualquer órgão do corpo e a maioria dos diagnósticos revela o tumor em fase avançada", diz o oncologista Vladimir Cordeiro de Lima, do Hospital do Câncer de São Paulo. O câncer é a maior causa de mortes no mundo, respondendo por 13% dos óbitos (veja o quadro abaixo). E a tendência é que se isole cada vez mais na liderança do ranking, já que pessoas mais velhas são mais propensas a desenvolver tumores malignos e, ano a ano, cresce a parcela de idosos na sociedade. Já a aids, embora ainda não tenha cura, pode ser controlada: tomando remédios, portadores do vírus HIV podem passar mais de dez anos sem manifestar a doença.

 Principais causas de mortes no mundo
RANKING - 1
CAUSA DA MORTE - Câncer
MORTES POR ANO* - 7,6 milhões
RANKING - 2
CAUSA DA MORTE - Isquemia cardíaca
MORTES POR ANO* - 7,2 milhões
RANKING - 3
CAUSA DA MORTE - AVC (Acidente Vascular Cerebral)
MORTES POR ANO* - 5,5 milhões
RANKING - 4
CAUSA DA MORTE - Infecções respiratórias (pneumonia, bronquite etc.)
MORTES POR ANO* - 3,9 milhões
RANKING - 5
CAUSA DA MORTE - Aids
MORTES POR ANO* - 2,8 milhões
RANKING - 6
CAUSA DA MORTE - Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)
MORTES POR ANO* - 2,7 milhões
RANKING - 7
CAUSA DA MORTE - Doenças diarreia (cólera, ameba etc.)
MORTES POR ANO* - 1,8 milhão
RANKING - 8

Acidentes de Trânsito

Nascimento Prematuro

Diabetes

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