Dietas e alimentos específicos são fundamentais para quem deseja um
corpo mais magro ou então mais tonificado. A batata doce, muito falada
entre quem faz musculação, é um exemplo de como certas comidas podem
contribuir na hora dos exercícios. De acordo com o treinador Ricardo
Bif Weinholf, o alimento é importante para quem malha, pois é rica em
carboidrato.
“É um nutriente importante que fornece energia. Deve ser comido antes
dos treinos” fala. Uma dieta que contenha batata doce geralmente é
indicada para aqueles que desejam ganhar massa muscular e não perder
peso. Conforme o treinador, geralmente a dieta com a batata é muito
adotada por fisiculturistas, mas é aconselhável também para qualquer um
que treine de forma regrada. “Comer batata doce com frequência enjoa,
tem que ser determinado e saber o que quer”.
Segundo a nutricionista Renata Rabelo, o alimento é importante também
por ser rico em fibras, beta caroteno, fósforo, potássio, cálcio,
magnésio, ferro, vitamina B1, vitamina C e vitamina A. “A vitamina A age
como antioxidante e atua na manutenção dos ossos, tecido epitelial e
sistema imunológico”. O índice glicêmico (IG) da batata doce é de 77,
mais baixo quando comparado a outros carboidratos muito consumidos como
batata comum e massas.
A quantidade de batata doce irá variar de acordo com a necessidade de
cada pessoa para manter o funcionamento do organismo. “Cada 100g de
batata doce tem em média 116 calorias” fala. A nutricionista fala que o
consumo do alimento deve ser feito em pequenas quantidades, 30 minutos
antes dos treinos, fornecendo assim, energia e evitando desconfortos
gástricos durante os exercícios. fonte[.portalsatc.com]imagem [f2fitness.com.br]
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Cuidados para evitar o aparecimento de escorpião
Para afastar os escorpiões das residências, a principal orientação é condutas de manejo ambiental periódico.Devido às alterações climáticas, em algumas regiões, estes animais têm
se apresentado ativos durante o ano todo. Nesta época do ano, vinda de
forte calor e de chuvas frequentes os escorpiões saem dos seus
esconderijos em busca de alimento.
Para afastar os escorpiões das residências, a principal orientação é: na área externa do domicílio manter limpos quintais e jardins, não acumular folhas secas e lixo domiciliar; acondicionar lixo domiciliar em sacos plásticos ou outros recipientes apropriados e fechados, e entregá-los para o serviço de coleta. Não jogar lixo em terrenos baldios; limpar terrenos baldios situados a cerca de dois metros (aceito) das redondezas dos imóveis; eliminar fontes de alimento para os escorpiões: baratas, aranhas, grilos e outros pequenos animais invertebrados; evitar a formação de ambientes favoráveis ao abrigo de escorpiões, como obras de construção civil e terraplenagens que possam deixar entulho, superfícies sem revestimento, umidade etc; remover periodicamente materiais de construção e lenha armazenados, evitando o acúmulo exagerado; evitar queimadas em terrenos baldios, pois desalojam os escorpiões; remover folhagens, arbustos e trepadeiras junto às paredes externa e muros; rebocar paredes externas e muros para que não apresentem vãos ou frestas.Na área interna do domicílio alguns cuidados também são precisos como: Rebocar paredes para que não apresentem vãos ou frestas; Vedar soleiras de portas com rolos de areia ou rodos de borracha; Reparar rodapés soltos e colocar telas nas janelas; Telar as aberturas dos ralos, pias ou tanques; Telar aberturas de ventilação de porões e manter assoalhos calafetados; Manter todos os pontos de energia e telefone devidamente vedados.Nos casos de acidente a equipe de Saúde orienta a vítima a procurar um hospital o mais rápido possível levando o exemplar do animal que causou o ferimento, para que os profissionais de saúde possam identificá-lo e indicar a melhor conduta para o caso. Se for encontrado um escorpião na residência ou estabelecimento comercial, o responsável pode-se dirigir a unidade básica de saúde mais próxima, para o preenchimento de uma notificação, e posteriormente vai ser visitado pela equipe de saúde para a busca e orientação de cuidados e condutas de manejo ambiental periódico. As equipes de Saúde pedem a colaboração da população para a eliminação dos escorpiões. fonte[pereirabarreto.sp.gov.br ›imagem da internet
Para afastar os escorpiões das residências, a principal orientação é: na área externa do domicílio manter limpos quintais e jardins, não acumular folhas secas e lixo domiciliar; acondicionar lixo domiciliar em sacos plásticos ou outros recipientes apropriados e fechados, e entregá-los para o serviço de coleta. Não jogar lixo em terrenos baldios; limpar terrenos baldios situados a cerca de dois metros (aceito) das redondezas dos imóveis; eliminar fontes de alimento para os escorpiões: baratas, aranhas, grilos e outros pequenos animais invertebrados; evitar a formação de ambientes favoráveis ao abrigo de escorpiões, como obras de construção civil e terraplenagens que possam deixar entulho, superfícies sem revestimento, umidade etc; remover periodicamente materiais de construção e lenha armazenados, evitando o acúmulo exagerado; evitar queimadas em terrenos baldios, pois desalojam os escorpiões; remover folhagens, arbustos e trepadeiras junto às paredes externa e muros; rebocar paredes externas e muros para que não apresentem vãos ou frestas.Na área interna do domicílio alguns cuidados também são precisos como: Rebocar paredes para que não apresentem vãos ou frestas; Vedar soleiras de portas com rolos de areia ou rodos de borracha; Reparar rodapés soltos e colocar telas nas janelas; Telar as aberturas dos ralos, pias ou tanques; Telar aberturas de ventilação de porões e manter assoalhos calafetados; Manter todos os pontos de energia e telefone devidamente vedados.Nos casos de acidente a equipe de Saúde orienta a vítima a procurar um hospital o mais rápido possível levando o exemplar do animal que causou o ferimento, para que os profissionais de saúde possam identificá-lo e indicar a melhor conduta para o caso. Se for encontrado um escorpião na residência ou estabelecimento comercial, o responsável pode-se dirigir a unidade básica de saúde mais próxima, para o preenchimento de uma notificação, e posteriormente vai ser visitado pela equipe de saúde para a busca e orientação de cuidados e condutas de manejo ambiental periódico. As equipes de Saúde pedem a colaboração da população para a eliminação dos escorpiões. fonte[pereirabarreto.sp.gov.br ›imagem da internet
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Faz mal lavar o cabelo todos os dias?
Na verdade, não existe um número correto ou
perfeito de vezes que se deve lavar o cabelo para conseguir os
resultados de saúde e look almejados. A frequência de lavagens deve
depender dos seguintes fatores:
Tipo de cabelo e couro cabeludo: cabelos secos pedem menos lavagens com hidratação mais poderosa, enquanto os oleosos precisam de limpeza mais frequente para retirar o excesso de lipídios e resíduos produzidos pelo corpo ou acumulado por fatores externos.
Clima: em regiões praianas e de clima mais quente, o cabelo precisa de mais cuidados e lavagens mais frequentes porque acumula mais danos.
Estilo de penteado: se você utiliza muitos produtos de estilizar, como géis, sprays ou pomadas, cujas substâncias deixam resíduos fortes, deve lavar seu cabelo com maior frequência, idealmente sempre que aplicá-los.
Estilo de vida: quem pratica esportes ou atividades ao ar livre deve lavar o cabelo diariamente ou quando realizar estas atividades, para retirar as substâncias externas e excesso de oleosidade que se acumulam e também proteger, hidratar e reparar contra os danos do sol, cloro, elásticos de cabelo, entre outros.
A que velocidade cresce o cabelo?Calcula-se que o cabelo cresça, em média, 1 milímetro a cada três dias, o que dá cerca de 1 centímetro ao mês e 12 centímetros por ano. A velocidade pode variar de um indivíduo para outro, mas se mantém constante para cada um. Isso significa que não adianta nada, por exemplo, cortar o cabelo no dia em que a Lua muda de fase. Aparar as pontas para dar força ao fio e acelerar o crescimento é igualmente inútil. Outra crendice bastante difundida - e também sem nenhuma base científica - é a que prega o uso de dietas para aumentar o comprimento do cabelo. O que pode ser afetado é o ritmo de queda dos fios. O normal é perder de 100 a 150 por dia. fonte [mundoestranho.abril.com.br]
Informe-se sobre o processo de doação de órgãos e tecidos
O número de doadores de órgãos no Brasil cresce cada dia e, com ele, o
índice de transplantes realizados no país. Atualmente, o programa
público nacional de transplantes de órgãos e tecidos é um dos maiores do
mundo. Para ser doador, não é necessário deixar documento por escrito.
Cabe aos familiares autorizar a retirada, após a constatação da morte
encefálica. Neste quadro, não há mais funções vitais e a parada cardíaca
é inevitável.
Embora ainda haja batimentos cardíacos, a pessoa com morte cerebral não pode respirar sem ajuda de aparelhos. O processo de retirada dos órgãos pode ser acompanhado por um médico de confiança da família. É fundamental que os órgãos sejam aproveitados enquanto há circulação sanguínea para irrigá-los. Mas se o coração parar, somente as córneas poderão ser aproveitadas.
A doação é regida pela Lei nº 9.434/97. É ela quem define, por exemplo, que a retirada de órgãos e tecidos de pessoas mortas só pode ser realizada se precedida de diagnóstico de morte cerebral constatada por dois médicos e sob autorização de cônjuge ou parente.
• Ter a causa do coma estabelecida e conhecida;
• Não apresentar hipotermia (temperatura do corpo inferior a 35ºC), hipotensão arterial ou estar sob efeitos de drogas depressoras do Sistema Nervoso Central;
• Passar por dois exames neurológicos que avaliem o estado do tronco cerebral. Esses exames devem ser realizados por dois médicos não participantes das equipes de captação e de transplante;
• Submeter o paciente a exame complementar que demonstre morte encefálica, caracterizada pela ausência de fluxo sanguíneo em quantidade necessária no cérebro, além de inatividade elétrica e metabólica cerebral;
• Estar comprovada a morte encefálica. Situação bem diferente do coma, quando as células do cérebro estão vivas, respirando e se alimentando, mesmo que com dificuldade ou um pouco debilitadas.
Observação: Após diagnosticada a morte encefálica, o médico do paciente, da Unidade de Terapia Intensiva ou da equipe de captação de órgãos deve informar de forma clara e objetiva que a pessoa está morta e que, nesta situação, os órgãos podem ser doados para transplante.
• Pulmões (retirados do doador antes da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por no máximo seis horas);
• Rins (retirados do doador até 30 minutos após a parada cardíaca e mantidos fora do corpo até 48 horas);
• Fígado (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);
• Pâncreas (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);
• Valvas Cardíacas
Quais tecidos podem ser doados?
• Córneas (retiradas do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidas fora do corpo por até sete dias);
• Medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue);
• Pele (retirada do doador até seis horas depois da parada cardíaca);
• Cartilagem (retirada do doador até seis horas depois da parada cardíaca);
• Ossos (retirados do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por até cinco anos);
• Sangue
Para doar é necessário:
• Ser um cidadão juridicamente capaz (maior de 18 anos ou menor de idade antecipado, com condições de saúde que não comprometam a manifestação válida da sua vontade);
• Estar em condições de doar o órgão ou tecido sem comprometer a saúde e aptidões vitais;
• Apresentar condições adequadas de saúde, avaliadas por um médico que afaste a possibilidade de existir doenças que comprometam a saúde durante e após a doação;
• Querer doar um órgão ou tecido que seja duplo, como o rim, e não impeça o organismo do doador continuar funcionando;
• Ter um receptor com indicação terapêutica indispensável de transplante Ser parente de até quarto grau ou cônjuge. No caso de não parentes, a doação só poderá ser feita com autorização judicial.
• Portadores de doenças contagiosas transmissíveis por transplante, como soropositivos para HIV, doença de Chagas, hepatite B e C, além de todas as demais contra indicações utilizadas para a doação de sangue e hemoderivados;
• Pacientes com infecção generalizada ou insuficiência de múltiplos órgãos e sistemas;
• Pessoas com tumores malignos - com exceção daqueles restritos ao sistema nervoso central, carcinoma basocelular e câncer de útero - e doenças degenerativas crônicas.
Embora ainda haja batimentos cardíacos, a pessoa com morte cerebral não pode respirar sem ajuda de aparelhos. O processo de retirada dos órgãos pode ser acompanhado por um médico de confiança da família. É fundamental que os órgãos sejam aproveitados enquanto há circulação sanguínea para irrigá-los. Mas se o coração parar, somente as córneas poderão ser aproveitadas.
A doação é regida pela Lei nº 9.434/97. É ela quem define, por exemplo, que a retirada de órgãos e tecidos de pessoas mortas só pode ser realizada se precedida de diagnóstico de morte cerebral constatada por dois médicos e sob autorização de cônjuge ou parente.
Para ser doador é preciso:
• Ter identificação e registro hospitalar;• Ter a causa do coma estabelecida e conhecida;
• Não apresentar hipotermia (temperatura do corpo inferior a 35ºC), hipotensão arterial ou estar sob efeitos de drogas depressoras do Sistema Nervoso Central;
• Passar por dois exames neurológicos que avaliem o estado do tronco cerebral. Esses exames devem ser realizados por dois médicos não participantes das equipes de captação e de transplante;
• Submeter o paciente a exame complementar que demonstre morte encefálica, caracterizada pela ausência de fluxo sanguíneo em quantidade necessária no cérebro, além de inatividade elétrica e metabólica cerebral;
• Estar comprovada a morte encefálica. Situação bem diferente do coma, quando as células do cérebro estão vivas, respirando e se alimentando, mesmo que com dificuldade ou um pouco debilitadas.
Observação: Após diagnosticada a morte encefálica, o médico do paciente, da Unidade de Terapia Intensiva ou da equipe de captação de órgãos deve informar de forma clara e objetiva que a pessoa está morta e que, nesta situação, os órgãos podem ser doados para transplante.
Quais órgãos podem ser doados?
• Coração (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo seis horas);• Pulmões (retirados do doador antes da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por no máximo seis horas);
• Rins (retirados do doador até 30 minutos após a parada cardíaca e mantidos fora do corpo até 48 horas);
• Fígado (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);
• Pâncreas (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);
• Valvas Cardíacas
Quais tecidos podem ser doados?
• Córneas (retiradas do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidas fora do corpo por até sete dias);
• Medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue);
• Pele (retirada do doador até seis horas depois da parada cardíaca);
• Cartilagem (retirada do doador até seis horas depois da parada cardíaca);
• Ossos (retirados do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por até cinco anos);
• Sangue
Doadores vivos
A doação de órgãos também pode ser feita em vida para algum membro da
família ou amigo, após avaliação clínica da pessoa. Nesse caso, a
compatibilidade sanguínea é primordial e não pode haver qualquer risco
para o doador. Os órgãos e tecidos que podem ser retirados em vida são
rim, pâncreas, parte do fígado, parte do pulmão, medula óssea e pele.Para doar é necessário:
• Ser um cidadão juridicamente capaz (maior de 18 anos ou menor de idade antecipado, com condições de saúde que não comprometam a manifestação válida da sua vontade);
• Estar em condições de doar o órgão ou tecido sem comprometer a saúde e aptidões vitais;
• Apresentar condições adequadas de saúde, avaliadas por um médico que afaste a possibilidade de existir doenças que comprometam a saúde durante e após a doação;
• Querer doar um órgão ou tecido que seja duplo, como o rim, e não impeça o organismo do doador continuar funcionando;
• Ter um receptor com indicação terapêutica indispensável de transplante Ser parente de até quarto grau ou cônjuge. No caso de não parentes, a doação só poderá ser feita com autorização judicial.
Quem não pode doar?
• Pacientes portadores de doenças que comprometam o funcionamento dos
órgãos e tecidos doados, como insuficiência renal, hepática, cardíaca,
pulmonar, pancreática e medular;• Portadores de doenças contagiosas transmissíveis por transplante, como soropositivos para HIV, doença de Chagas, hepatite B e C, além de todas as demais contra indicações utilizadas para a doação de sangue e hemoderivados;
• Pacientes com infecção generalizada ou insuficiência de múltiplos órgãos e sistemas;
• Pessoas com tumores malignos - com exceção daqueles restritos ao sistema nervoso central, carcinoma basocelular e câncer de útero - e doenças degenerativas crônicas.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Habilitação para , começa a ser exigida dia 1º de março
Multa para quem não tiver é de R$ 574,62
Os condutores de
ciclomotores, as famosas cinquentinhas, voltam a ter que correr contra o
tempo. Muita gente deve ter esquecido, mas no próximo dia 29 de
fevereiro vence o prazo estipulado pelo governo federal para que os
motoristas se habilitem para guiar uma cinquentinha. Sendo assim, que
for pego dirigindo um ciclomotor a partir do dia 1º de março será
multado em R$ 574,62. O valor é referente à infração gravíssima, de R$
191,54, multiplicada três vezes, como previsto no Artigo 162 do CTB para
o caso de conduzir veículo automotor sem estar habilitado. A multa,
vale ressaltar, ficará no chassi do veículo e terá que ser paga no
licenciamento.
Os motoristas que quiserem conduzir a
cinquentinha terão que possuir a ACC (Autorização para Conduzir
Ciclomotor) ou a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) na categoria A,
exigida para os condutores de motos. O condutor não-habilitado terá que
acionar um motorista habilitado para levar o veículo. Caso contrário, o
ciclomotor será apreendido.
Diante da expectativa de um possível
adiamento – já que durante o processo de legalização dos ciclomotores,
ano passado, diversos prazos foram prorrogados –, o Detran-PE já
anunciou que não irá estender o prazo. “Não podemos adiar porque é uma
data estipulada pelo Contran, não depende de nós. O que fizemos foi
liberar o uso dos ciclomotores dos candidatos nos exames práticos, já
que a mesma resolução concede prazo até junho para que os Centros de
Formação de Condutores (CFCs) comprem veículos para as aulas práticas”,
explica o presidente do Detran-PE, Charles Ribeiro.
A procura pela habilitação, entretanto,
tem sido baixa. Segundo o Detran-PE, até agora nenhuma ACC foi emitida
no Estado. Já o número de CNHs na categoria A vem se mantendo alto. Os
técnicos do órgão acreditam que a procura pela ACC será pequena porque o
motorista vai optar pela habilitação que também atende à condução de
motos. Mesmo o Contran tendo reduzido a carga horária para a retirada da
ACC em 50% e, consequentemente, o valor do documento.
A redução foi de 45 horas/aula teóricas e
20 horas/aula práticas para apenas 20 horas/aula teóricas e 10
horas/aula práticas. E as provas tiveram uma redução de 30 questões para
15, exigindo um percentual de acerto de 60%. Na prática significa dizer
que antes o candidato tinha que acertar 21 questões e, agora, são
apenas 9. Até então, retirar uma ACC significava seguir o mesmo processo
de retirada de uma CNH na categoria A.
PRORROGAÇÃO
Mas nem tudo são notícias ruins para que tem uma moto de até 50 cilindradas. O Detran-PE decidiu prorrogar até o dia 31 de março o prazo para os condutores que ainda não conseguiram emplacar os ciclomotores e se encaixam em uma situação: as cinquentinhas que não estão com placas porque o condutor deu entrada no registro da Base de Índice Nacional (BIN), realizado por meio da concessionária que vendeu o veículo, e o cadastro não apareceu no sistema do Detran.
Informações do De Olho no Trânsito
Esteroide anabolizante
Os esteroides androgênicos anabólicos (EAA ou AAS - do inglês anabolic androgenic steroids), também conhecidos simplesmente como anabolizantes, são uma classe de hormônios esteroides
naturais e sintéticos que promovem o crescimento celular e a sua
divisão, resultando no desenvolvimento de diversos tipos de tecidos,
especialmente o muscular e ósseo. São substâncias geralmente derivadas do hormônio sexual masculino, a testosterona,
e podem ser administradas principalmente por via oral ou injetável.
Atualmente não são utilizados somente por atletas profissionais, mas
também por pessoas que desejam uma melhor aparência estética, inclusive
adolescentes. Os diferentes esteroides androgênicos anabólicos têm
combinações variadas de propriedades androgênicas e anabólicas. Anabolismo é o processo metabólico que constrói moléculas maiores a partir de outras menores.
Os esteroides anabólicos foram descobertos nos anos 1930 e têm sido usados desde então para inúmeros procedimentos médicos incluindo a estimulação do crescimento ósseo, apetite, puberdade e crescimento muscular. Podem também ser usados no tratamento de pacientes submetidos a grandes cirurgias ou que tenham sofrido acidentes sérios, situações que em geral acarretam um colapso de proteínas no corpo. O uso mais comum de esteroides anabólicos é para condições crônicas debilitantes, como o câncer e a AIDS. Os esteroides anabólicos podem produzir inúmeros efeitos fisiológicos incluindo efeitos de virilização, maior síntese proteica, massa muscular, força, apetite e crescimento ósseo. Os esteroides anabolizantes também têm sido associados a diversos efeitos colaterais quando forem administrados em doses excessivas, e esses efeitos incluem a elevação do colesterol (aumenta os níveis de LDL e diminui os de HDL), acne, pressão sanguínea elevada, hepatotoxicidade, e alterações na morfologia do ventrículo esquerdo do coração.
Hoje os esteroides anabólicos são controversos por serem muito difundidos em diversos esportes e possuírem efeitos colaterais. Enquanto há diversos problemas de saúde associados com o uso excessivo de esteroides anabólicos, também há uma volumosa quantidade de propaganda, assim como concepções errôneas da população sobre seu uso. Os esteroides anabólicos são controlados em alguns países incluindo os Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Estes países possuem leis que controlam seu uso e distribuição.
Uma atitude que vem espantando médicos e especialistas sobre o assunto é a aplicação localizada de óleos em pequenos grupos musculares. É normal que a maioria dos atletas possuam algum grupo muscular que não acompanhe o ritmo de crescimento dos outros músculos, sendo assim na metade dos anos 1990 Chris Clark anunciou uma invenção que revolucionaria o mundo da musculação.
Sua invenção realmente se tornou a solução para alguns, mas também se tornou um pesadelo para outros. O chamado Synthol é basicamente um óleo que causa uma inflamação no músculo onde é aplicado. Mas não há nenhum processo anabólico envolvido, nenhum aumento de força ou energia.
Os efeitos fisiológicos dos andrógenos como a testosterona e a di-hidrotestosterona são vastos e vão desde o desenvolvimento fetal para a manutenção de músculos e massa óssea até a vida adulta incluindo o estimulo de estirões de crescimento na puberdade, indução de crescimento de cabelo, produção de óleo pelas glândulas sebáceas e sexualidade (especialmente no desenvolvimento fetal).
Os esteroides anabolizantes são androgênicos e consequentemente produzem efeitos androgênicos no corpo. Os andrógenos estimulam a miogênese, que é a formação de tecido muscular. Também são conhecidos por causar hipertrofia dos dois tipos (I e II) de fibras musculares, embora o mecanismo de como isso acontece ainda não seja totalmente compreendido e existem poucos mecanismos aceitos através dos quais isso pode ocorrer. É amplamente entendido que doses suprafisiológicas de testosterona em homens não hipogonadais aumenta a densidade do nitrogênio e aumenta a massa magra (muscular) ao mesmo tempo que diminui a gordura, particularmente a abdominal. O aumento na massa muscular é predominantemente da musculatura esquelética e é causado por um aumento na síntese de proteínas musculares ou possivelmente uma diminuição na quebra de proteínas musculares.[1] Existem hipóteses[2] de que andrógenos regulam a composição do corpo ao promover o compromisso de células mesenquimais pluripotentes em linhagens miogênicas e inibindo sua diferenciação em linhagens adipogênicas. Entretanto os andrógenos podem também cumprir um papel anticatabólico ao inibir a atrofia dos músculos esqueléticos através da ação antiglicocorticoide independente do receptor de andrógeno.[3]
Os mecanismos de ação diferem dependendo do esteroide anabólico específico. Diferentes tipos de esteroides anabólicos se ligam ao receptor de andrógeno em diferentes graus, dependendo de sua fórmula química. Esteroides anabólicos como a metandrostenolona não reagem fortemente com o receptor de andrógeno, usando a síntese protéica ou glicogenólise para sua ação, enquanto esteroides como a oxandrolona reagem fortemente com o receptor de andrógeno.
Existem três vias comuns para a administração dos esteroides anabólicos: oral (pílulas), injetável e transdérmico. A administração oral, apesar de ser talvez a mais conveniente, sofre do fato de que os esteroides orais necessitam ser quimicamente modificados, e seu metabolismo na forma ativa pode forçar o fígado. Os esteroides injetáveis são tipicamente administrados intramuscularmente, para evitar variações bruscas no nível sanguíneo. Finalmente, as administrações transdérmicas via creme, gel ou atadura transdérmica têm se tornado populares nos anos recentes.
Os esteroides androgênicos anabólicos produzem tanto efeitos anabólicos e de virilização (também conhecidos como efeitos androgênicos).
A maioria dos esteroides anabólicos funciona de duas maneiras simultâneas. Primeiro, eles funcionam ao se ligar ao receptor andrógeno e aumentando a síntese protéica. Segundo, eles também reduzem o tempo de recuperação ao bloquear os efeitos no tecido muscular do hormônio do stress, o cortisol. Como resultado, o catabolismo da massa muscular corpórea é significativamente reduzido.
Exemplos dos efeitos anabólicos:
Os esteroides anabólicos foram descobertos nos anos 1930 e têm sido usados desde então para inúmeros procedimentos médicos incluindo a estimulação do crescimento ósseo, apetite, puberdade e crescimento muscular. Podem também ser usados no tratamento de pacientes submetidos a grandes cirurgias ou que tenham sofrido acidentes sérios, situações que em geral acarretam um colapso de proteínas no corpo. O uso mais comum de esteroides anabólicos é para condições crônicas debilitantes, como o câncer e a AIDS. Os esteroides anabólicos podem produzir inúmeros efeitos fisiológicos incluindo efeitos de virilização, maior síntese proteica, massa muscular, força, apetite e crescimento ósseo. Os esteroides anabolizantes também têm sido associados a diversos efeitos colaterais quando forem administrados em doses excessivas, e esses efeitos incluem a elevação do colesterol (aumenta os níveis de LDL e diminui os de HDL), acne, pressão sanguínea elevada, hepatotoxicidade, e alterações na morfologia do ventrículo esquerdo do coração.
Hoje os esteroides anabólicos são controversos por serem muito difundidos em diversos esportes e possuírem efeitos colaterais. Enquanto há diversos problemas de saúde associados com o uso excessivo de esteroides anabólicos, também há uma volumosa quantidade de propaganda, assim como concepções errôneas da população sobre seu uso. Os esteroides anabólicos são controlados em alguns países incluindo os Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Estes países possuem leis que controlam seu uso e distribuição.
Uma atitude que vem espantando médicos e especialistas sobre o assunto é a aplicação localizada de óleos em pequenos grupos musculares. É normal que a maioria dos atletas possuam algum grupo muscular que não acompanhe o ritmo de crescimento dos outros músculos, sendo assim na metade dos anos 1990 Chris Clark anunciou uma invenção que revolucionaria o mundo da musculação.
Sua invenção realmente se tornou a solução para alguns, mas também se tornou um pesadelo para outros. O chamado Synthol é basicamente um óleo que causa uma inflamação no músculo onde é aplicado. Mas não há nenhum processo anabólico envolvido, nenhum aumento de força ou energia.
Os efeitos fisiológicos dos andrógenos como a testosterona e a di-hidrotestosterona são vastos e vão desde o desenvolvimento fetal para a manutenção de músculos e massa óssea até a vida adulta incluindo o estimulo de estirões de crescimento na puberdade, indução de crescimento de cabelo, produção de óleo pelas glândulas sebáceas e sexualidade (especialmente no desenvolvimento fetal).
Os esteroides anabolizantes são androgênicos e consequentemente produzem efeitos androgênicos no corpo. Os andrógenos estimulam a miogênese, que é a formação de tecido muscular. Também são conhecidos por causar hipertrofia dos dois tipos (I e II) de fibras musculares, embora o mecanismo de como isso acontece ainda não seja totalmente compreendido e existem poucos mecanismos aceitos através dos quais isso pode ocorrer. É amplamente entendido que doses suprafisiológicas de testosterona em homens não hipogonadais aumenta a densidade do nitrogênio e aumenta a massa magra (muscular) ao mesmo tempo que diminui a gordura, particularmente a abdominal. O aumento na massa muscular é predominantemente da musculatura esquelética e é causado por um aumento na síntese de proteínas musculares ou possivelmente uma diminuição na quebra de proteínas musculares.[1] Existem hipóteses[2] de que andrógenos regulam a composição do corpo ao promover o compromisso de células mesenquimais pluripotentes em linhagens miogênicas e inibindo sua diferenciação em linhagens adipogênicas. Entretanto os andrógenos podem também cumprir um papel anticatabólico ao inibir a atrofia dos músculos esqueléticos através da ação antiglicocorticoide independente do receptor de andrógeno.[3]
Os mecanismos de ação diferem dependendo do esteroide anabólico específico. Diferentes tipos de esteroides anabólicos se ligam ao receptor de andrógeno em diferentes graus, dependendo de sua fórmula química. Esteroides anabólicos como a metandrostenolona não reagem fortemente com o receptor de andrógeno, usando a síntese protéica ou glicogenólise para sua ação, enquanto esteroides como a oxandrolona reagem fortemente com o receptor de andrógeno.
Existem três vias comuns para a administração dos esteroides anabólicos: oral (pílulas), injetável e transdérmico. A administração oral, apesar de ser talvez a mais conveniente, sofre do fato de que os esteroides orais necessitam ser quimicamente modificados, e seu metabolismo na forma ativa pode forçar o fígado. Os esteroides injetáveis são tipicamente administrados intramuscularmente, para evitar variações bruscas no nível sanguíneo. Finalmente, as administrações transdérmicas via creme, gel ou atadura transdérmica têm se tornado populares nos anos recentes.
Os esteroides androgênicos anabólicos produzem tanto efeitos anabólicos e de virilização (também conhecidos como efeitos androgênicos).
A maioria dos esteroides anabólicos funciona de duas maneiras simultâneas. Primeiro, eles funcionam ao se ligar ao receptor andrógeno e aumentando a síntese protéica. Segundo, eles também reduzem o tempo de recuperação ao bloquear os efeitos no tecido muscular do hormônio do stress, o cortisol. Como resultado, o catabolismo da massa muscular corpórea é significativamente reduzido.
Exemplos dos efeitos anabólicos:
- Aumento da síntese protéica a partir de aminoácidos
- Aumento da massa e força muscular[4] [5] [6]
- Aumento do apetite
- Aumento da remodelagem e crescimento ósseos
- Estimulação da medula óssea, aumentando a produção de células vermelhas do sangue.
- Crescimento do clitóris (hipertrofia clitoriana) em mulheres e do pênis em meninos (o pênis adulto não cresce indefinidamente mesmo quando exposto a altas doses de andrógenos)
- Aumento dos pêlos sensíveis aos andrógenos (pêlos púbicos, da barba, do peito, e dos membros)
- Aumento do tamanho das cordas vocais, tornando a voz mais grave
- Aumento da libido
- Supressão dos hormônios sexuais endógenos
- Espermatogênese prejudicada
Efeitos colaterais em homens
- Ginecomastia – Desenvolvimento das mamas nos homens. Geralmente isso ocorre devido a altos níveis de estrogênio circulante. Esses níveis também são resultado da taxa aumentada de conversão de testosterona em estrogênio via enzima aromatase.
- Função sexual reduzida e infertilidade temporária[15] [16] [17]
- Atrofia testicular
– Efeito colateral temporário que é devido ao déficit nos níveis de
testosterona natural que leva à inibição da espermatogê
Efeitos colaterais em mulheres
- Pêlos do corpo crescem
- Voz fica mais grave (disfonia vocal)
- Aumento do tamanho do clitóris (hipertrofia clitoriana)
- Diminuição temporária nos ciclos menstruais fonte[pt.wikipedia.org] imagem de internet
domingo, 14 de fevereiro de 2016
14 de fevereiro - Dia da Amizade
A origem
do Dia Internacional da Amizade é controversa. Isto é, ninguém sabe ao
certo como foi que surgiu a idéia de se criar um dia especialmente
dedicado aos amigos. Entretanto, acredita-se que a ideia tenha partido
de um dentista argentino, chamado Enrique Febbaro. Segundo histórias
contadas na Internet, esse dentista, entusiasmado com a corrida espacial
que estava a todo vapor na década de 60, decidiu prestar uma homenagem a
toda a humanidade por seus esforços em estabelecer vínculos para além
do planeta Terra. Durante um ano, Febbaro teria divulgado o seguinte
lema: "Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro". Algum
tempo depois, com a chegada do homem à Lua em 20 de julho de 1969, ele
escolheu esta data para fazer uma festa dedicada à amizade.
A história diz ainda que a comemoração tornou-se oficial em Buenos Aires, capital da Argentina em 1979 e, devagarzinho, acabou sendo adotada em outras partes do mundo.
Quem é ou tem um amigo ou traz no peito esse sentimento nobre, sabe que a amizade vai muito além da definição de um dicionário. No decorrer da vida, nós desfrutamos da companhia de diferentes tipos de amigos. Os amigos de nossa infância, dos quais nós podemos lembrar vagamente. Os amigos da escola. O 'melhor' amigo da adolescência. Colegas que encontramos no serviço. Amigos com os quais compartilhamos bons momentos. Companheiros de farra. fonte[.pompeumg.com.br] imagem da internet
A história diz ainda que a comemoração tornou-se oficial em Buenos Aires, capital da Argentina em 1979 e, devagarzinho, acabou sendo adotada em outras partes do mundo.
Quem é ou tem um amigo ou traz no peito esse sentimento nobre, sabe que a amizade vai muito além da definição de um dicionário. No decorrer da vida, nós desfrutamos da companhia de diferentes tipos de amigos. Os amigos de nossa infância, dos quais nós podemos lembrar vagamente. Os amigos da escola. O 'melhor' amigo da adolescência. Colegas que encontramos no serviço. Amigos com os quais compartilhamos bons momentos. Companheiros de farra. fonte[.pompeumg.com.br] imagem da internet
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